Aneurismas Cerebrais: Operar ou embolizar?

Aneurismas Cerebrais: Operar ou embolizar?

Por Maramélia Miranda Alves

Estudos clássicos que tentam responder essa pergunta ainda levantam quentes debates entre neurocirurgiões, neuroclínicos, neurointensivistas e neurointervencionistas, na Academia e em congressos de diferentes especialidades. A seguir, um compilado dos principais artigos publicados.

ISAT – Publicação do desenho do trial

ISAT – Resultados iniciais

ISAT – Resultados a longo prazo

ISUIA – Resultados iniciais, retro e prospectivos, publicados em 1998

ISUIA – Resultados prospectivos, publicados em 2005

Em relação a possíveis estratégias preventivas, alguns estudos envolvendo o uso da aspirina e o racional de sua atividade antiinflamatória como fisiopatologia para explicar a redução de risco de ruptura a longo prazo já foram publicados, gerando hipóteses e o início de estudos controlados nesta linha de tratamento. Hudson e col. resumiram vários destes estudos em recente revisão.

Hudson et al. Aspirin and Intracranial Aneurysms. A Critical Review of the Current Evidence. Stroke 2019.

Diretrizes mais recentes orientam o manejo de aneurismas cerebrais intracranianos não rotos.

Thompson et al. Guidelines for the Management of Patients With Unruptured Intracranial Aneurysms. A Guideline for Healthcare Professionals From the American Heart Association/American Stroke Association. Stroke 2015.

Brinjikji et al. Risk factors for growth of intracranial aneurysms: a systematic review and meta-analysis. AJNR 2016.